terça-feira, 27 de julho de 2010

Zona de conforto !

Esteja disposto a se sentir desconfortável. Fique confortável estando desconfortável. Pode ficar difícil, mas é um preço pequeno a ser pago para viver um sonho. Peter McWilliams

Eu tenho um sofá muito confortável na minha sala. Quando me deito nele, é como se eu estivesse caindo em cima de uma nuvem no céu. Eu adoro ficar lá horas, lendo um bom livro ou vendo filmes ou até dormindo. Eu amo aquele sofá. Por quê? Porque é confortável.
Todos nós precisamos nos sentir seguros, relaxados e “guardados” em um local seguro. Entretanto, se ficarmos o tempo todo lá, o conforto pode começar a nos aprisionar e nos impedir de nos desafiar a aprender e a crescer.
A zona de conforto é como uma caixa pequena aonde fazemos as mesmas coisas repetidamente e, na maioria das vezes, inconscientemente, dia após dia. Saindo com as mesmas pessoas, vestindo as mesmas roupas, ouvindo as mesmas músicas, comendo as mesmas comidas - o que quer que façamos para nos mantermos seguros é o mesmo que viver na zona de conforto.
Como o meu sofá, nossas zonas de conforto deveriam ser lugares aonde possamos descansar e recarregar nossas energias. A triste realidade é que muitas pessoas vivem suas vidas inteiras nestas zonas de conforto e tornam-se aprisionadas ali.
Fora da zona de conforto é aonde encontramos pessoas novas, aonde temos a coragem de viver, amar loucamente, pedir desculpas, perdoar, defender pessoas, aonde podemos dançar e cantar alto, brincar, sermos vistos como verdadeiramente somos e experimentar coisas novas.
Se você quer deixar sua marca e criar um legado duradouro neste planeta, você tem que primeiro sair da sua zona de conforto e se arriscar: a ser julgado ou a fracassar. E quando você fizer isto, é vital que você se lembre que sucesso não significa conseguir o que você quer; ter sucesso é estar comprometido com a vida de uma forma que te faça sentir orgulhoso. Vencer não está em fazer, está em ser.
Quando você consegue ser quem você realmente é, todas as suas ações farão diferença – você percebendo ou não.
Sair fora da sua zona de conforto pode ser feito com o menor dos gestos. Pode ser falando “oi” para alguém com quem você sempre quis conversar ou ser cara de pau e convidar alguém para sair com você.
Independente do que você faça, as suas ações são automáticas ou elas são conscientes? Quando você está ciente do que você está fazendo, você está meramente sobrevivendo ou você está ousando?
No Congresso em Roma eu consegui sair da minha zona de conforto quando me arrisquei e fui escolhida para ser protagonista da minha primeira sessão de Psicodrama. Eu não tinha nenhuma idéia do que iria acontecer, mas eu me lembro claramente do momento consciente da tomada de decisão de participar daquele episódio, com platéia e tudo. Eu me senti tão orgulhosa de mim mesma que a experiência mudou a minha vida e me fez perceber e aprender muitas coisas novas sobre mim. Naquele dia, depois da sessão, eu tive a plena certeza de estar começando uma nova etapa da minha vida aonde eu quero encontrar mais e mais maneiras de sentir a minha liberdade e vulnerabilidade.
Eu desafio vocês a se arriscarem e fazerem coisas diferentes. Tenham a coragem de pular fora das suas zonas de conforto e sejam líderes... Quem sabe... Vocês podem inspirar outros a seguirem o seu exemplo!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Símbolo da Psicopedagogia

Transcrevemos abaixo a notícia referente o símbolo da psicopedagogia eleito pela Associação Brasileira de Psicopedagogia:

Prezado Psicopedagogo

É com imensa satisfação que apresentamos o Símbolo da Psicopedagogia eleito por maioria de votos no VIII Congresso Brasileiro de Psicopedagogia realizado em São Paulo de 9 a 11 de julho de 2009.

A Diretoria Executiva da ABPp, por quase uma década tem se mobilizado de diferentes formas para que fosse criado e adotado um símbolo que representasse a atividade profissional do Psicopedagogo. A idéia foi encampada pelo Conselho Nacional da ABPp que, após vários estudos e sugestões trazidas pelas Seções e Núcleos se propôs a fazer um trabalho reflexivo com o grupo de conselheiras, para que as idéias pudessem ser gestadas a partir dos conceitos que norteiam a identidade da Psicopedagogia, a fim de que a escolha pudesse ser a que melhor se adaptasse aos objetivos propostos.

Assim, ao se definir e conceber o símbolo da profissão, buscamos produzir uma síntese das consciências particulares, estabelecendo, conseqüentemente, através daquela concepção a consciência coletiva do segmento profissional.

Inspirado nos valores éticos inerentes à nossa profissão e nos princípios e significados da simbologia, o símbolo deveria traduzir toda a grandeza da Psicopedagogia. Nossa proposta para sua criação tinha como objetivo estabelecer o vínculo com nossa história e, resgatar seu real significado que, hoje mais do que nunca, permanece através da legitimidade que a sociedade lhe atribui.

Como resultado de todo este processo, a proposta de se partir da simbologia da Fita de Möbius foi aprovada.

Por que Fita de Möbius?

Em 1858, o matemático e astrônomo alemão Auguste Ferdinand Möbius ao pesquisar o desenvolvimento de uma Teoria dos Poliedros, descobriu uma curiosa superfície que ficou conhecida com seu nome, a Fita de Möbius. É uma fita simples que tem duas superfícies distintas (uma interna e outra externa) limitadas por duas margens. Trata-se de uma superfície de duas dimensões com um lado apenas. Assim, se caminharmos continuamente ao longo da fita, atravessamos ora uma, ora outra dimensão.

O que encanta nesta fita é a sua extraordinária simplicidade aliada a um resultado complexo – transformando o finito em infinito.

Estas idéias foram passadas para dois design-gráficos que apresentaram algumas propostas, as quais foram apresentadas para no VIII Congresso Brasileiro de Psicopedagogia para que os congressistas votassem.

O significado do Símbolo eleito foi descrito da seguinte forma:

Fita de Moebüs com 3 voltas. Representa o olhar do Psicopedagogo. As voltas estão dispostas de forma a representar a aprendizagem do indivíduo. O círculo central representa o indivíduo em processo para a aquisição de conhecimento, chegando ao fim com mudanças perceptíveis (círculo vermelho).

Esse símbolo foi assim representado com o propósito de caracterizar nossa área de atuação, representando o Psicopedagogo com suas características próprias.

Esperamos que nosso Símbolo seja amplamente divulgado!

Um forte abraço
Quézia Bombonatto
Presidente Nacional da ABPp

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Dislexia - Definição, Sinais e Avaliação

Dislexia - Definição, Sinais e Avaliação



O maior erro que se pode fazer com os disléxicos é querer que eles escrevam como todo mundo.
Dislexia
Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica.

Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.

Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser diagnosticada por uma equipe multidisciplinar. Esse tipo de avaliação dá condições de um acompanhamento mais efetivo das dificuldades após o diagnóstico, direcionando-o às particularidades de cada indivíduo, levando a resultados mais concretos.


Sinais de Alerta
Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes disléxicos quanto mais cedo for realizado o diagnóstico melhor para os pais, à escola e à própria criança. A criança poderá passar pelo processo de avaliação realizada por uma equipe multidisciplinar especializada (vide adiante), mas se não houver passado pelo processo de alfabetização o diagnóstico será apenas de uma "criança de risco".

Haverá sempre:
dificuldades com a linguagem e escrita ;
dificuldades em escrever;
dificuldades com a ortografia;
lentidão na aprendizagem da leitura;

Haverá muitas vezes :
disgrafia (letra feia);
discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;
dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização’;
dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar seqüências de tarefas complexas;
dificuldades para compreender textos escritos;
dificuldades em aprender uma segunda língua.


Haverá às vezes:
dificuldades com a linguagem falada;
dificuldade com a percepção espacial;
confusão entre direita e esquerda.

Pré -Escola
Fique alerta se a criança apresentar alguns desses sintomas:
Dispersão;
Fraco desenvolvimento da atenção;
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem;
Dificuldade em aprender rimas e canções;
Fraco desenvolvimento da coordenação motora;
Dificuldade com quebra cabeça;
Falta de interesse por livros impressos;

O fato de apresentar alguns desses sintomas não indica necessariamente que ela seja disléxica; há outros fatores a serem observados. Porém, com certeza, estaremos diante de um quadro que pede uma maior atenção e/ou estimulação.

Idade Escolar
Nesta fase, se a criança continua apresentando alguns ou vários dos sintomas a seguir, é necessário um diagnóstico e acompanhamento adequado, para que possa prosseguir seus estudos junto com os demais colegas e tenha menos prejuízo emocional:· Dificuldade na aquisição e automação da leitura e escrita;
Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras);
Desatenção e dispersão;
Dificuldade em copiar de livros e da lousa;
Dificuldade na coordenação motora fina (desenhos, pintura) e/ou grossa (ginástica,dança,etc.);
Desorganização geral, podemos citar os constantes atrasos na entrega de trabalhos escolares e perda de materiais escolares;
Confusão entre esquerda e direita;
Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas, etc...
Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou sentenças longas e vagas;
Dificuldade na memória de curto prazo, como instruções, recados, etc...
Dificuldades em decorar seqüências, como meses do ano, alfabeto, tabuada, etc..
Dificuldade na matemática e desenho geométrico;
Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomias)
Troca de letras na escrita;
Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;
Problemas de conduta como: depressão, timidez excessiva ou o ‘’palhaço’’ da turma;
Bom desempenho em provas orais.

Se nessa fase a criança não for acompanhada adequadamente, os sintomas persistirão e irão permear a fase adulta, com possíveis prejuízos emocionais e conseqüentemente sociais e profissionais.

Adultos
Se não teve um acompanhamento adequado na fase escolar ou pré-escolar, o adulto disléxico ainda apresentará dificuldades;
Continuada dificuldade na leitura e escrita;
Memória imediata prejudicada;
Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;
Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia);
Dificuldade com direita e esquerda;
Dificuldade em organização;
Aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência: depressão, ansiedade, baixa auto estima e algumas vezes o ingresso para as drogas e o álcool.


DIAGNÓSTICO
Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes de um diagnóstico multidisciplinar, só indicam um distúrbio de aprendizagem, não confirmam a dislexia. E não pára por aí, os mesmos sintomas podem indicar outras situações, como lesões, síndromes e etc.

Então, como diagnosticar a dislexia?

Identificado o problema de rendimento escolar ou sintomas isolados, que podem ser percebidos na escola ou mesmo em casa, deve se procurar ajuda especializada.

Uma equipe multidisciplinar, formada por Psicóloga, Fonoaudióloga e Psicopedagoga Clínica deve iniciar uma minuciosa investigação. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista, Oftalmologista e outros, conforme o caso.

A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o diagnóstico de dislexia. É o que chamamos de AVALIAÇÃO MULTIDISCIPLINAR e de EXCLUSÃO.

Outros fatores deverão ser descartados, como déficit intelectual, disfunções ou deficiências auditivas e visuais, lesões cerebrais (congênitas e adquiridas), desordens afetivas anteriores ao processo de fracasso escolar (com constantes fracassos escolares o disléxico irá apresentar prejuízos emocionais, mas estes são conseqüências, não causa da dislexia).

Neste processo ainda é muito importante:

Tomar o parecer da escola, dos pais e levantar o histórico familiar e de evolução do paciente.

Essa avaliação não só identifica as causas das dificuldades apresentadas, assim como permite um encaminhamento adequado a cada caso, por meio de um relatório por escrito.

Sendo diagnosticada a dislexia, o encaminhamento orienta o acompanhamento consoante às particularidades de cada caso, o que permite que este seja mais eficaz e mais proveitoso, pois o profissional que assumir o caso não precisará de um tempo, para identificação do problema, bem como terá ainda acesso a pareceres importantes.

Conhecendo as causas das dificuldades, o potencial e as individualidades do indivíduo, o profissional pode utilizar a linha que achar mais conveniente.

Os resultados irão aparecer de forma consistente e progressiva. Ao contrário do que muitos pensam, o disléxico sempre contorna suas dificuldades, encontrando seu caminho. Ele responde bem a situações que possam ser associadas a vivências concretas e aos múltiplos sentidos. O disléxico também tem sua própria lógica, sendo muito importante o bom entrosamento entre profissional e paciente.

Outro passo importante a ser dado é definir um programa em etapas e somente passar para a seguinte após confirmar que a anterior foi devidamente absorvida, sempre retomando as etapas anteriores. Ë o que chamamos de sistema MULTISSENSORIAL e CUMULATIVO.

Também é de extrema importância haver uma boa troca de informações, experiências e até sintonia dos procedimentos executados, entre profissional, escola e família.

Lembre-se que a ABD é seu ponto de apoio.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Escola, professores e bullying

A ameaça do bullying na escola
Há duas semanas uma professora de uma escola de Brasília foi presa acusada de amarrar e amordaçar um estudante hiperativo de 5 anos para “acalmá-lo”. Em março, um caso semelhante ocorreu em Curitiba, mas não ganhou as páginas dos jornais. Um garoto adotado aos 6 anos foi diagnosticado como hiperativo aos 12 e por isso ele se cansa de ficar em sala de aula durante muito tempo. Na ocasião, começou a dizer à mãe que não queria ir mais para a escola. Quando ela conseguia convencê-lo, o menino chegava atrasado. Um dia a professora o levou para a direção devido ao atraso. Ameaçaram chamar o Conselho Tutelar e disseram que eles iriam tirá-lo da mãe dele. Ele ficou apavorado com a iminente ameaça. “Meu filho foi adotado aos 6 anos, antes disso, viveu em abrigos, sabe muito bem como funciona o Conselho Tutelar. Foi uma ameaça muito pesada”, conta a mãe. Depois de sofrer bullying (intimidação em inglês), o aluno se recusou a voltar à escola. Hoje ele estuda em outra instituição e recebe assistência psicológica.
Ambas histórias retratam um novo tipo de bullying, o dos professores em relação aos estudantes “problemáticos”, que sofrem de algum tipo de distúrbio. “O aluno com hiperatividade, por exemplo, é colocado dentro da sala de aula, começa a tumultuar e o professor não sabe como lidar. Ele não está capacitado para conduzir essa situação e acaba entrando numa competição para medir forças”, explica a psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, Quézia Bombonatto.
Segundo ela, tanto o aluno como o professor são vítimas dessa situação. “Na escola pública o aluno não valoriza o professor. Chegamos ao ponto de que é necessário, muitas vezes, ter a interferência mesmo do Conselho Tutelar e da Ronda (polícia escolar).”
O psiquiatra Bruno Mendonça Coêlho afirma que muitos professores têm dificuldade em identificar crianças com distúrbios e isso acontece, principalmente, pelo excesso de alunos em sala de aula e pela falta de formação do professor. “Além da dificuldade em identificar uma criança com problema, existe o preconceito dos próprios pais, que se negam a aceitar que seu filho tem uma doença”, explica Coelho.
E os casos não são poucos. Segundo o psiquiatra, cerca de 40% das crianças que buscam tratamento são diagnosticadas com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). “A dica é ficar atento a qualquer mudança no comportamento das crianças, o que pode indicar que existe algum problema”.
A professora Maria Lúcia Pinto Benites Chaves ministra aulas em uma escola municipal de Pompeia, interior de São Paulo, e sabe muito bem o que é viver essa situação. “Tenho um aluno de 8 anos de idade hiperativo e extremamente agressivo. Ele agride verbalmente tanto eu como os colegas. Fico de mãos atadas, sem saber o que fazer. Não estamos preparados para lidar com uma situação como essa”, conta Maria Lúcia.
A professora afirma que nunca revidou as grosserias do aluno e que sempre tenta tratá-lo com carinho, o que não adianta, já que ele não permite a aproximação. “O ideal seria desenvolver um trabalho individual com essa criança. Gostaria muito de poder voltar a estudar e saber lidar com essa situação, mas por falta de recursos financeiros isso não é possível”, fala Maria Lúcia.
Uma situação completamente diferente acontece com a professora Karina Esteves, que dá aulas em uma escola particular de São Paulo. Na sala de aula, o número de alunos é reduzido o que acaba facilitando a identificação de algum aluno com distúrbios psicológicos. “A gente percebe quando existe algum problema e aí o seguinte passo é conversar com os pais dessa criança e solicitar apoio médico e da própria escola, o que sempre funcionou”, conta.
MEDIDAS – Em meio a esse turbilhão de emoções vividas por alunos e professores, medidas simples podem ajudar a resolver a situação durante as aulas. A psicóloga Rafaela Gualdi explica que a participação dos pais é fundamental. “Eles devem estimular a criança a contar como foi o seu dia na escola e buscar serem parceiros da instituição”. Para ela, o papel do professor também é de extrema importância, já que é ele quem passa boa parte do tempo com a criança. “Ele precisa buscar estreitar os laços com o aluno e respeitá-lo para ser respeitado, sempre com muito carinho”, diz.
O norte-americano especialista em prevenção e repressão ao bullying e autor do livro “Proteja seu filho do Bullying” (Editora BestSeller), Allan L. Beane concorda com a psicóloga. “Professores e todos os funcionários das escolas devem se basear na seguinte regra de ouro: tratem os outros da maneira como gostariam de ser tratados.”

O que é bullying?

Dicionário - Segundo o Michaelis, a palavra bullying, em inglês, vem do verbo ‘to bully’ que significa ameaçar, amedrontar, intimidar.
Especialista - Já para alguns especialistas, como a psicopedagoga Birgit Mobus, o bullying só ocorreria entre pares: alunos-alunos, professores-professores, irmãos-irmãos e assim por diante. “Entre professor e aluno é vitimização, assim como entre chefe e subordinado é assédio moral”, explica.

A difícil arte de amar

"A Difícil Arte de Amar" A Limitação do Conhecimento entre o Homem e a Mulher Uma Interpretação da Psicologia Simbólica Jungui...