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Mostrando postagens de Junho, 2011

Bullying e a Psicopedagogia

A ATUAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA FRENTE AO BULLYING
Priscila Madjarov Capello
Pedagogia formada em 2007, graduada pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo - Campus de Engenheiro Coelho SP.
Psicopedagogia Clinica e Institucional formada 2010 pelo Centro Adventista de São Paulo – Campus de Engenheiro Coelho SP.
pri_madjarov@yahoo.com.br

Resumo: O artigo aborda um tema de extrema relevância para a educação e sociedade, o Bullying. Que sutilmente vem se disseminado. Este fenômeno se caracteriza por um conjunto de comportamentos cruéis, intimidadores e repetitivos, contra um indivíduo ou grupo. Este tipo de comportamento Bullying, traz consequências muitas vezes até irreversíveis para a vida dos envolvidos. Grande parte das vítimas de Bullying não conta nem para os pais, ou professores o que está ocorrendo, muitas vezes por vergonha ou medo. Este artigo tem como principal objetivo mostrar para a sociedade, pais e professores, esta realidade cruel que está intrínseca nas nossas escolas e …

Superproteger os filhos, desprotege para a vida ...

João Luís de Almeida Machado Doutor em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Professor Universitário e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte – Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva).


Pais Superprotetores: As consequências para a vida das crianças
Entrevista com o educador João Luís de Almeida Machado


1. Qual a importância da proteção dos pais no desenvolvimento da criança? Por que a criança não deve ficar totalmente "solta" no mundo?

JL - Há duas importantes situações a serem pensadas quanto ao assunto. A primeira refere-se ao fato de que a proteção, o acompanhamento ou o monitoramento da vida das crianças pelos pais tornou-se uma necessidade em virtude do crescimento estatisticamente comprovado dos casos de violência em nosso país (e em várias partes do mundo). Ações comuns das crianças de antigamente como, por exemplo, jogar bola, brincar de esconde-…

Ritalina, usos e abusos

Ritalina, usos e abusos Imprimir E-mail

ImageO remédio para hiperativos ganha adeptos entre executivos, estudantes e moças que querem emagrecer. Reportagem da Revista Veja.

Utilizado em larga escala nos Estados Unidos, o remédio Ritalina experimenta um aumento de consumo surpreendente no Brasil. O número de prescrições do medicamento, um estimulante para o tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, mais que dobrou nos últimos dois anos. Só neste ano, estima-se que será vendido 1 milhão de caixas de Ritalina, fabricado pelo laboratório Novartis. A principal razão desse aumento é o fato de que o diagnóstico do distúrbio se tornou mais comum. Antes considerado um mal predominantemente infantil, a hiperatividade passou a ser detectada também em muitos adultos. Além disso, há quem use o medicamento simplesmente para se manter desperto durante longas jornadas de trabalho ou estudo. E, como acontece com boa parte dos remédios da família das anfetaminas, a Ritalina ent…

Fobia Escolar

Dra. Ana Beatriz Silva e Dra. Cecília Gross
Fobia escolar é um medo exacerbado que a criança sente em ir para a escola. Ela se revela primeiramente com a recusa da criança em se deslocar para o ambiente escolar, inventando desculpas, o que culmina por evitá-lo. Como a própria criança ainda não sabe que está com medo, geralmente, o quadro se manifesta com mal-estar, podendo apresentar vômitos, dor de cabeça, dor de estômago, náuseas e tonturas na sala de aula. Muitas vezes, esses sintomas podem iniciar antes mesmo da criança sair de casa.

Na escola, é muito comum que ela se afaste dos coleguinhas, já que se sente muito mal lá dentro. É importante observar que, se estes sintomas se manifestam apenas um dia ou outro pode, de fato, tratar-se de um mal físico. No caso de crianças que vomitam ao despertarem, ficam pálidas ou sentem suor frio, podemos pensar na possibilidade de outros problemas, que não tem nada a ver com a fobia escolar, muito embora os sintomas físicos sejam muito parecido…